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Marca GVT chegará ao fim e se tornará apenas Vivo de 13/06/2015

Marca GVT chegará ao fim e se tornará apenas Vivo de 13/06/2015

sábado, 13 de junho de 2015

A marca GVT, criada pelo israelense Amos Genish, teve sua história de sucesso durante 15 anos, transformando um investimento de 100.000 reais em lucro de 22 bilhões de reais. Agora, essa história está chegando ao fim.

Genish assumiu a presidência da Vivo, em março, após a GVT ser adquirira pela espanhola Telefónica, numa transação aprovada pelo Cade e avaliada em R$ 22 bilhões. Sua nova missão: tirar a companhia de uma situação em que as operadoras telefônicas enfrentam no Brasil, a insatisfação dos clientes e queda nas margens de lucro. Seu novo status: "Eu não sou mais da GVT", declara.

Em uma entrevista à Exame, o empresário que agora dirige uma empresa com 30 vezes mais clientes do que sua antiga companhia (são 95 milhões de usuários Vivo), conversou sobre os novos planos, como o investimento em mais aplicativos.

Segundo Genish, algumas pessoas recomendaram a contratação de consultorias para estudar a respeito da mudança da marca. O ex-chefe da antiga GVT decidiu, ao invés disso, que "não existe mais GVT". A única marca a ser conhecida pelos clientes é Vivo.

O executivo também não quer demorar muito tempo para que a mudança seja realizada. Para ele, se o plano original de realizar uma transição de três anos for levado a cabo, os clientes podem ficar com uma ilusão de que existem duas empresas. Ou seja, Genish quer transparência, acima de tudo.
Portanto, o dia em que não veremos mais a marca GVT por aí está bem próximo. O lado positivo é que Genish parece bem animado e tudo indica que dará uma nova cara à Vivo, o que será ótimo para seus clientes. Quando perguntado sobre a qualidade da Internet no Brasil, o empresário respondeu que a referência deve vir de fora:
Precisamos buscar referências internacionais de qualidade. Primeiro, dentro do próprio grupo Telefônica, como a O2, que opera na Inglaterra e na Alemanha. Depois olharemos a alemã Vodafone e as americanas AT&T e Verizon. Queremos que os brasileiros tenham o mesmo que os clientes alemães, ingleses ou coreanos. É possível fazer isso em três anos.
A GVT, apesar dos eventuais problemas como em todas as empresas brasileiras da área, foi elogiada por sua qualidade na conexão, e esperamos que com a chegada de seu comandante na Vivo dê um novo gás não apenas à sua nova casa, mas também em toda a concorrência, entre as companhias telefônicas do Brasil.



 
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